domingo, 9 de setembro de 2012

SIRI



ANIMAL VISTO EM SUA PARTE TRASEIRA

DETALHE DAS QUELAS (PINÇAS)

DETALHE DAS ESTRUTURAS EXTERNAS EM SUA PARTE DORSAL

ANIMAL VISTO EM SUA PARTE DIANTEIRA

DETALHE DA CARAPAÇA RÍGIDA RODEADA DE ESPINHOS


DETALHE DO ÚLTIMO PAR DE APÊNDICES (PATAS) EM FORMA DE NADADEIRA ADAPTADA PARA NADAR

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO


Na ordem da esquerda para a direita temos:
  1. Cobra (Natrix natrix)
  2. Galo (Gallus gallus)
  3. Marsupial Cuso-zorro (Tricho surus vulpecula)
  4. Gato (Felis catus)
  5. Morcego (Rhynchonicteris naso)
  6. Humano (Homo sapiens)

sábado, 1 de setembro de 2012

PITU



O maior camarão de água doce do Brasil e do mundo é o crustáceo conhecido como pitu que vive na Amazônia.
Com o nome científico Macrobrachium carcinus o camarão chega a medir 48 centímetros de comprimento da cauda, à ponta das quelas (pinças) e podendo pesar mais de 300 gramas.
O pitu se alimenta basicamente de algas e microorganismos vegetais.
No Brasil o crustáceo também é encontrado em rios da região nordeste, centro oeste, sul e sudeste.
As larvas se desenvolvem em água salgada (salobra), entretanto os adultos vivem em água doce. Tem hábitos noturnos, e durante o dia procura refúgio de preferência em locais com fluxo de água constante.
Quando adulto o camarão tem coloração marrom escuro com faixas longitudinais cremes. seu rostro (parte frontal) apresenta uma série de dentes dorsais que se prolongam sobre a carapaça.




Fonte: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

FLAGRANTES DA NATUREZA



MUNGUBA

ASPECTO DA FRUTA

POSSUI UMA CASCA MUITO RÍGIDA

 DIVIDIDA EM VÁRIOS "GOMOS" MOSTRANDO A MORFOLOGIA EXTERNA

UM DOS "GOMOS" QUE SE ABRIU MOSTRANDO A MORFOLOGIA INTERNA

SEMENTES MUITO GRANDES
ASPECTO DA FLOR DA MUNGUBEIRA

MAIS DE PERTO: OBSERVE SUA MORFOLOGIA

Pachira aquática, conhecida vulgarmente como munguba, mamorama, castanhola, castanha do maranhão. É uma árvore frondosa da família Malvaceae, antiga (Bombacaceae) nativa da América Central e da América do sul, cujas folhas pecioladas e digitadas apresentam de 5 a 9 folíolos verde escuro. Suas flores com 5 pétalas muito grande são castanho avermelhado e suas sementes são comestíveis.
Estudos desenvolvidos sobre a composição das sementes demonstraram que a Pachira aquática tem um elevado teor de óleo em torno de 44,1%, sendo o ácido palmítico o seu principal componente.
Observou-se também a presença de proteína com alto teor de triptofano. Testes toxicológicos realizados sobre a Pachira aquática apresentou discreta toxicidade.
Em geral a árvore vegeta em locais úmidos, nas margens e barrancos de rios e lagos, ou em terrenos alagadiços e brejosos de onde provém a palavra aquática na sua nomenclatura científica.
Entretanto a monguba adapta-se bem a condições diversas de solo e clima, bastante frondosa, possuindo uma copa densa e arredondada. Por tais qualidades e pela beleza e exotismo de suas grandes flores amarelas de pontas avermelhadas, é árvore de reputada função ornamental. A monguba é inclusive, bastante utilizada na arborização de ruas, provando sua adaptabilidade e sua capacidade de medrar até mesmo em terrenos secos.
As castanhas são comestíveis e podem ser consumidas cruas, assadas sobre a brasa, fritas em óleo, cozidas com sal ou torradas.

Classificação Científica:


  • Reino: Plantae
  • Divisão: Magnoliophyta
  • Classe: Magnoliopsida
  • Ordem: Malvales
  • Família: Malvaceae (antiga Bombacaceae)
  • Gênero: Pachira
  • Espécie: P. aquática